Coleira, gargantilha ou peitoral: o que muda
A gargantilha é decorativa. Ela é fina, leve e feita para o pet ficar arrumado — em casa, em foto, na visita ao veterinário. O que ela não faz é aguentar tração: prender a guia numa tira fina concentra toda a força do puxão num ponto só do pescoço.
A coleira larga já foi feita para conduzir, e é onde a plaquinha de identificação deve ficar, porque fica sempre visível. Serve bem para o cão que já anda tranquilo na guia.
O peitoral entra quando o cão puxa, tem o pescoço sensível, é de focinho achatado ou vai fazer caminhada longa. Ele espalha a força pelo tórax em vez de concentrar no pescoço. Nosso peitoral completo fica em Roupinhas, junto com o vestido e a guia reforçada.
Como medir o pescoço do seu pet
Passe uma fita métrica ou um barbante em volta do pescoço, na altura em que a coleira vai ficar, e marque. Se usar barbante, meça depois com uma régua.
O ajuste correto é o da regra dos dois dedos: você deve conseguir encaixar dois dedos entre a tira e o pescoço. Mais folgado que isso, o pet tira a coleira sozinho, e é assim que a maioria dos escapes acontece. Mais apertado, marca a pele e incomoda.
Filhote precisa de conferência mensal. O pescoço cresce rápido, e coleira que servia há três semanas pode estar apertando agora sem ninguém notar por baixo do pelo.
O que escrever na plaquinha de identificação
Menos do que se imagina, e nada que exponha demais. O essencial é o seu telefone com DDD — é o que faz o pet voltar. O nome dele ajuda quem o encontrar a se aproximar com calma.
Não vale a pena gravar o endereço completo. Telefone basta para o contato e evita entregar onde você mora a qualquer pessoa que pegue o animal.
Se o pet toma algum medicamento contínuo ou tem alguma condição, uma palavra sobre isso na plaquinha pode fazer diferença nas primeiras horas.