Como escolher o mordedor certo para o seu cão
O mordedor precisa ser maior que a boca do cão. Se ele conseguir engolir inteiro ou enfiar tudo dentro da boca, o tamanho está errado — esse é o primeiro filtro, antes de qualquer outra coisa.
Para cães que roem com força, a borracha maciça texturizada aguenta mais e ainda ajuda a limpar os dentes durante a mordida. Para cães que preferem sacudir e puxar, a corda e o mordedor de pano funcionam melhor, e servem também para brincar junto com o tutor. Filhotes em troca de dentes se dão melhor com materiais mais macios, que aliviam a coceira na gengiva sem machucar.
Troque o mordedor quando ele começar a soltar pedaços. Um brinquedo rachado ou desfiando deixa de ser brinquedo e vira risco de engasgo.
Brinquedos para gato: o que realmente prende a atenção
Gato não brinca do mesmo jeito que cachorro. O que funciona com ele é o que imita presa: coisa pequena, que se move rápido, muda de direção e faz barulho leve. Por isso ratinhos, bolinhas com pena e varinhas interativas costumam render mais que brinquedos grandes.
Vale guardar parte dos brinquedos e ir alternando a cada semana. O gato reencontra o mesmo objeto como se fosse novo, e você gasta menos.
Quantos brinquedos um pet precisa
Menos do que se imagina, desde que sejam variados. Dois ou três de tipos diferentes — um de roer, um de sacudir e um de perseguir — cobrem melhor as necessidades do que seis brinquedos parecidos entre si.
Brincadeira com o tutor vale mais que quantidade. Dez minutos de corda ou varinha por dia mudam mais o comportamento do pet do que uma caixa cheia de brinquedos sozinhos no chão.